Hora e Dia do Duche: Mensagem de Fora da Casa de Banho
Uma dúvida existencial é ter-me despertado a veia de escritora, ter escrito e não saber se devo publicar.
Ainda por cima um to be continued...
A Menina do Chuveiro está...
A Menina do Chuveiro informa...
Que aos poucos isto acorda :)
[20h35 - 04.11.2010]
Que aos poucos isto acorda :)
[20h35 - 04.11.2010]
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Traição - Questão #2
Hora e Dia do Duche: Mensagem de Fora da Casa de Banho
Quando há uma traição, existem sempre três pessoas na relação - O traidor, o traído e o outro.
A verdade é que nenhuma desta posições é fácil quando a farsa se desmorona.
E daí vem a questão da nova sondagem.
Qual destas posições será a mais difícil?
Quando há uma traição, existem sempre três pessoas na relação - O traidor, o traído e o outro.
A verdade é que nenhuma desta posições é fácil quando a farsa se desmorona.
E daí vem a questão da nova sondagem.
Qual destas posições será a mais difícil?
Traição - O Que É Que Eu Faria Se Me Apercebesse Que O Meu Namorado Estava Prestes A Trair-me
Hora e Dia do Duche: Mensagem de Fora da Casa de Banho
Foram 24 as pessoas que se arriscaram a meter-se no meu lugar, na minha cabecinha e tentar desvendar qual seria o meu seguinte passo ao aperceber-me que o meu menino estava a um passo de me trair, tal como falei aqui.
E...
Acho que isto só pode ser feito por quem tem uma auto-estima ou demasiado alta ou demasiado baixa.
Passo a explicar. Por um lado só alguém com muita confiança em si mesma e no seu companheiro ignorava e acreditava que tem o suficiente para que ele permanecesse ali com ela, sem que tivesse de fazer nada.
Por outro, alguém que acredite que não consegue arranjar outra pessoa e que tenha medo demais de ficar só, sujeitaria-se a todas as humilhações possíveis só para não perder o namorado.
Espero que quem tenha escolhido esta opção me tenha tomado como uma moça cheia de auto-estima, que eu não sou de todo de andar por aí aos caídos.
Infelizmente não sou de ferro e, por muito que confie no meu menino, não deixaria de sentir alguma insegurança, o que anula esta opção para mim.
Por outro lado, 8% de vocês acham que eu perderia a cabeça de todo e acabaria com ele na hora.
A coisa de ser levada pelas emoções e de ferver em pouca água realmente combina comigo. É a minha cara, ficar completamente fora de mim por qualquer coisinha que me incomode.
Felizmente, eu só sou assim com as coisinhas pequenas.
Com a caneta que me tiraram sem pedir autorização, com o virem tirar comida do meu prato, com os erros de ortografia parvos, com retóricas vazias e coisas semelhantes.
Quando o assunto é sério, uma luzinha de S.O.S. acende-se em mim e eu controlo-me. E não faço escândalos. E de certeza que não deixaria o meu namorado sem sequer lhe dar uma oportunidade para se explicar.
Esta é realmente a atitude mais racional que podia ter e que me parece ser de melhor senso. E parece que metade dos que por aqui se passeiam acham que eu sou uma rapariga com as ideias no lugar.
Apesar de ter algum controlo emocional quando o assunto é sério, o coração ainda fala mais alto e eu sou demasiado emotiva para agir assim e aguentar-me numa conversa séria que poderia ditar o nosso fim. Dou demasiado de mim para ser eu a sugerir o fim de uma relação que não queria terminar.
Surge então a opção de o controlar como quem não quer a coisa, opção que 12% de vocês acredita que eu tomaria.
É a típica opção de quem tenta controlar-se, mas vai atrás do que sente.
De quem não quer arriscar falar em problemas sem antes confirmar que eles existem.
E encaixa-se no meu perfil de menina que quer ser esperta, mas que acaba por fazer o que o coração lhe manda.
Realmente seria a opção que eu tomaria, se não fosse contra um dos meus maiores pressupostos - respeitar a privacidade dos outros.
Nunca gostei de ser controlada, não o iria fazer à pessoa que amo.
Por muito que me sentisse tentada, sei que é uma tentação à qual resistiria. Sou demasiado orgulhosa para largar assim as minhas crenças.
Resta então a opção que 25% de vocês escolheram - puxava o assunto de forma banal para o testar.
Porque é que eu o faria?
Bom, depois de se perceber que eu me controlava minimamente, mas que não seria capaz de o ignorar, falar acerca do assunto ia tornar-se imperativo para mim.
Mas a verdade é que eu não gosto muito de falar directamente acerca das coisas que me assustam, a maneira que encontro mais vezes de as trazer à tona é com brincadeiras. E provavelmente seria assim que eu abordaria a coisa.
De resto, fazia aquilo que sempre fui boa a fazer - interpretar a reacção das pessoas.
Aí encontraria a minha resposta.
Foram 24 as pessoas que se arriscaram a meter-se no meu lugar, na minha cabecinha e tentar desvendar qual seria o meu seguinte passo ao aperceber-me que o meu menino estava a um passo de me trair, tal como falei aqui.
E...
4% de vocês acredita que eu fingiria que não via e simplesmente ignorava.
Acho que isto só pode ser feito por quem tem uma auto-estima ou demasiado alta ou demasiado baixa.
Passo a explicar. Por um lado só alguém com muita confiança em si mesma e no seu companheiro ignorava e acreditava que tem o suficiente para que ele permanecesse ali com ela, sem que tivesse de fazer nada.
Por outro, alguém que acredite que não consegue arranjar outra pessoa e que tenha medo demais de ficar só, sujeitaria-se a todas as humilhações possíveis só para não perder o namorado.
Espero que quem tenha escolhido esta opção me tenha tomado como uma moça cheia de auto-estima, que eu não sou de todo de andar por aí aos caídos.
Infelizmente não sou de ferro e, por muito que confie no meu menino, não deixaria de sentir alguma insegurança, o que anula esta opção para mim.
Por outro lado, 8% de vocês acham que eu perderia a cabeça de todo e acabaria com ele na hora.
A coisa de ser levada pelas emoções e de ferver em pouca água realmente combina comigo. É a minha cara, ficar completamente fora de mim por qualquer coisinha que me incomode.
Felizmente, eu só sou assim com as coisinhas pequenas.
Com a caneta que me tiraram sem pedir autorização, com o virem tirar comida do meu prato, com os erros de ortografia parvos, com retóricas vazias e coisas semelhantes.
Quando o assunto é sério, uma luzinha de S.O.S. acende-se em mim e eu controlo-me. E não faço escândalos. E de certeza que não deixaria o meu namorado sem sequer lhe dar uma oportunidade para se explicar.
Passando ao lado racional da coisa, 50% de vocês acha que eu falaria com ele directamente e pondo-lhe a hipótese de terminar a relação.
Esta é realmente a atitude mais racional que podia ter e que me parece ser de melhor senso. E parece que metade dos que por aqui se passeiam acham que eu sou uma rapariga com as ideias no lugar.
Apesar de ter algum controlo emocional quando o assunto é sério, o coração ainda fala mais alto e eu sou demasiado emotiva para agir assim e aguentar-me numa conversa séria que poderia ditar o nosso fim. Dou demasiado de mim para ser eu a sugerir o fim de uma relação que não queria terminar.
É a típica opção de quem tenta controlar-se, mas vai atrás do que sente.
De quem não quer arriscar falar em problemas sem antes confirmar que eles existem.
E encaixa-se no meu perfil de menina que quer ser esperta, mas que acaba por fazer o que o coração lhe manda.
Realmente seria a opção que eu tomaria, se não fosse contra um dos meus maiores pressupostos - respeitar a privacidade dos outros.
Nunca gostei de ser controlada, não o iria fazer à pessoa que amo.
Por muito que me sentisse tentada, sei que é uma tentação à qual resistiria. Sou demasiado orgulhosa para largar assim as minhas crenças.
Resta então a opção que 25% de vocês escolheram - puxava o assunto de forma banal para o testar.
Porque é que eu o faria?
Bom, depois de se perceber que eu me controlava minimamente, mas que não seria capaz de o ignorar, falar acerca do assunto ia tornar-se imperativo para mim.
Mas a verdade é que eu não gosto muito de falar directamente acerca das coisas que me assustam, a maneira que encontro mais vezes de as trazer à tona é com brincadeiras. E provavelmente seria assim que eu abordaria a coisa.
De resto, fazia aquilo que sempre fui boa a fazer - interpretar a reacção das pessoas.
Aí encontraria a minha resposta.
Don't You Ever Think Like That!
Hora e Dia do Duche: 08h46; 02.09.2010
Duração: 00h13m"(...) Don't you ever think like that,
Don't you ever, never do that!
There will never be two things that go together better
Than you and me (...)
(...) I Need You!"
Ou isto. Acordei a cantar isto.
Posso não ser grande cantora, mas apaixonada bem podem crer que sou.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Os Meus Erros De Acentuação
Hora e Dia do Duche: 08h04; 01.09.2010
Duração: 00h09mEu sou a primeira pessoa a criticar erros de ortografia. Não gosto de ver, dá-me alergias.
Mas também falho. E passo a vida a falhar, eu sei.
E falho sempre no à, que muitas vezes escrevo somente a.
Mas isto em mim não é um erro. Ou melhor. É. Mas não é um erro ortográfico.
Eu simplesmente falo assim.
Digo a em vez de à, digo aquele em vez de àquele e coisas afins.
Dá muito trabalho abrir a boca para dizer as palavras como deve ser.
Nota: Banhinho logo pela manhã e post só doze horas depois. O senhor dali de baixo era tão interessante, que até ganhou prioridade.
E Porque Eu Hoje Me Sinto Completamente Fútil E Rosa Choque
Hora e Dia do Duche: Mensagem de Fora da Casa de Banho
E isto continua a não ser um blogue de imagens, simplesmente o sono toldou-me o juízo e trouxe ao de cima a parte de mim que só usa 1% das capacidades cognitivas.
Esta é a reprodução de um senhor que vi na rua hoje de manhã.
Não o reproduzi para gozar, enxovalhar, achincalhar, nada do género.
Simplesmente achei o senhor tão mas tão caricato que não resisti.
E porque é que não resisti? Porque:
a) A expressão no rosto intrigou-me. A força da gravidade é má connosco, já se sabe, mas no caso deste senhor foi de uma crueldade extrema. A idade marcou-lhe o rosto com aquele ar de "não me olhes que te dou um excerto de porrada" que não sai nem por nada. A dada altura o senhor sorriu. E o sorriso dele fez-me lembrar um smile que se usa, muitas vezes nem sei com que significado. Finalmente compreendi que é o sorriso daquele senhor :|
b) A camisa chama logo à atenção. Homem valente aquele, usa a camisinha aberta até quase ao fim do peito como se fosse um moço - com muito azeite - nos seus vinte e poucos anos. Assim é que deviam ser todos. "Quero lá saber se a idade me chama, eu visto-me como quiser!"
c) E como o senhor se veste como quer, toca a prender as calças no fundo do peito, com um cintozito catita. Que isto das modas das jovens também pode ser aplicado a ele. Ora essa, se elas podem meter o cinto ali, porque é que ele não havia de poder? Faz-se o dois-em-um. O cinto prende a calça e ainda deixa o senhor na moda.
d) E é claro. Infelizmente a idade não escapa. E como a qualquer idoso, a tentação de usar umas sandálias com buracos e a meia cinzentinha por baixo foi demais para que o senhor conseguisse resistir. É assim a vida, é assim. Também de que vale ter vivido se não cedermos a nenhuma das nossas tentações?
E a verdade é esta minha gente.
Este senhor, nos seus muitos anos, conseguiu prender-me a atenção como muito poucos da minha idade o conseguem.
A diferença é que cativa, meus amores.
Nunca me viram abrir excepção às minhas crenças por alguém igual a todos.
E isto continua a não ser um blogue de imagens, simplesmente o sono toldou-me o juízo e trouxe ao de cima a parte de mim que só usa 1% das capacidades cognitivas.
Esta é a reprodução de um senhor que vi na rua hoje de manhã.
Não o reproduzi para gozar, enxovalhar, achincalhar, nada do género.
Simplesmente achei o senhor tão mas tão caricato que não resisti.
E porque é que não resisti? Porque:
a) A expressão no rosto intrigou-me. A força da gravidade é má connosco, já se sabe, mas no caso deste senhor foi de uma crueldade extrema. A idade marcou-lhe o rosto com aquele ar de "não me olhes que te dou um excerto de porrada" que não sai nem por nada. A dada altura o senhor sorriu. E o sorriso dele fez-me lembrar um smile que se usa, muitas vezes nem sei com que significado. Finalmente compreendi que é o sorriso daquele senhor :|
b) A camisa chama logo à atenção. Homem valente aquele, usa a camisinha aberta até quase ao fim do peito como se fosse um moço - com muito azeite - nos seus vinte e poucos anos. Assim é que deviam ser todos. "Quero lá saber se a idade me chama, eu visto-me como quiser!"
c) E como o senhor se veste como quer, toca a prender as calças no fundo do peito, com um cintozito catita. Que isto das modas das jovens também pode ser aplicado a ele. Ora essa, se elas podem meter o cinto ali, porque é que ele não havia de poder? Faz-se o dois-em-um. O cinto prende a calça e ainda deixa o senhor na moda.
d) E é claro. Infelizmente a idade não escapa. E como a qualquer idoso, a tentação de usar umas sandálias com buracos e a meia cinzentinha por baixo foi demais para que o senhor conseguisse resistir. É assim a vida, é assim. Também de que vale ter vivido se não cedermos a nenhuma das nossas tentações?
E a verdade é esta minha gente.
Este senhor, nos seus muitos anos, conseguiu prender-me a atenção como muito poucos da minha idade o conseguem.
A diferença é que cativa, meus amores.
Nunca me viram abrir excepção às minhas crenças por alguém igual a todos.
Eh Lagarto!
Hora e Dia do Duche: Mensagem de Fora da Casa de Banho
Eu hoje vi uma lagartixa no meu quarto.
Só daí adveio um misto de sentimentos que mostra logo a confusão que eu sou.
Não queria matar o bicho. Não queria o bicho no meu quarto.
Queria atira-lo pela janela fora.
Mas eu?!! Tocar naquilo?! E se me dá alergias?!!
[E fique claro que qualquer bicho com formato semelhante aquele me faz lembrar osgas e eu tenho um pavor irracional a osgas e não toco em repteis assim, ponto final. Só gosto de iguanas.]
Ainda tentei ir pegar na bicha com um papel. Mas a estúpida não queria subir.
Plano B.
Vou mete-la fora de casa.
E como é que eu a apanhei, como?
Tupperware para cima dela, toma não sais mais daí!
E lá fui a arrastar a lagartixa na caixinha em direcção à porta de casa.
Mas a meio caminho levantei um bocadinho do tupperware e ficou-se da parte de fora um bocado do rabo do bicho.
E eu em pânico a ver aquilo a mexer-se durante dois minutos com a lagartixa já a um metro do seu pedaço de cauda.
E mexia-se! E não parava! E se aquilo me ataca?!
Finalmente lá perdeu a vida o rabo da bicha e eu continuei a encaminha-la em direcção à rua. Atirei-a pelas escadas abaixo.
E adivinhem lá quem é que me veio cumprimentar mais tarde quando abri a porta do prédio, de regresso a casa?
Muito querida a lagartixa sem meio rabo. Poupo-lhe a vida, dá-me as boas vindas.
Aprendam seres humanos, aprendam!
Mal sabe a pobre coitada que só não a meti na rua porque a tempestade lá fora está feia.
Eu hoje vi uma lagartixa no meu quarto.
Só daí adveio um misto de sentimentos que mostra logo a confusão que eu sou.
Não queria matar o bicho. Não queria o bicho no meu quarto.
Queria atira-lo pela janela fora.
Mas eu?!! Tocar naquilo?! E se me dá alergias?!!
[E fique claro que qualquer bicho com formato semelhante aquele me faz lembrar osgas e eu tenho um pavor irracional a osgas e não toco em repteis assim, ponto final. Só gosto de iguanas.]
Ainda tentei ir pegar na bicha com um papel. Mas a estúpida não queria subir.
Plano B.
Vou mete-la fora de casa.
E como é que eu a apanhei, como?
Tupperware para cima dela, toma não sais mais daí!
E lá fui a arrastar a lagartixa na caixinha em direcção à porta de casa.
Mas a meio caminho levantei um bocadinho do tupperware e ficou-se da parte de fora um bocado do rabo do bicho.
E eu em pânico a ver aquilo a mexer-se durante dois minutos com a lagartixa já a um metro do seu pedaço de cauda.
E mexia-se! E não parava! E se aquilo me ataca?!
Finalmente lá perdeu a vida o rabo da bicha e eu continuei a encaminha-la em direcção à rua. Atirei-a pelas escadas abaixo.
E adivinhem lá quem é que me veio cumprimentar mais tarde quando abri a porta do prédio, de regresso a casa?
Muito querida a lagartixa sem meio rabo. Poupo-lhe a vida, dá-me as boas vindas.
Aprendam seres humanos, aprendam!
Mal sabe a pobre coitada que só não a meti na rua porque a tempestade lá fora está feia.
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